
Para o Tudo de Blog
E daí se eu for caretinha? Eu tenho o direito de casar de branco, de jogar buquê e de dizer "sim" no altar. E de me casar com o homem que amo também. Por quê não?
Não encaro o casamento como "mais uma velharia do século passado", nem como "mais uma armadilha pra pegar trouxa", nem como "o túmulo do amor" (pra ser mais lírica), nem vejo nele uma utopia ingênua de histórias infantis. O casamento é, em essência, e sempre vai ser, a união de duas pessoas que se amam e realizam o sonho de compartilhar suas vidas um com o outro. É a força mais bela que sela o amor de um homem e de uma mulher. Há quem o encare como uma tentativa, o que é um erro. Casamento exige certeza, entrega, dedicação, paciência (como em todo relacionamento), perdão e, principalmente, amor. Trata-se de muito mais que um vestido branco e uma aliança dourada: é dizer sim ao amor da sua vida.
Como todo desafio, pode haver pedras no caminho. Mas não deixa de ser uma grande aventura essa história de amor, fazendo da tristeza alegria e da dor um sorriso até que a morte os separe.





