Há também pessoas que não farão elogios, mas críticas e acusações.
E há também pessoas que, em vez de te indicarem o caminho, te confundem ainda mais.
E todas essas pessoas podem ser, infelizmente, aquelas que mais amamos.
Plantado por Luly às 14:02 5 rosas roubadas
Marcadores: fotos Vida Bandida
Já fui rei, peão, escorpião, bispo, rainha, torre, cavalo, cavaleiro, Netuno, Plutão, pedra, sapato, unha e carne.
Já fui doido, cego, surdo, mudo, tudo, nada, gente, bicho, feliz, triste, cantor e boboca.
Já fui amigo, inimigo, egoísta, altruísta, filantropo, ignóbil, reles e imortal.
Já fui coisa, descaso, casado, casulo e caseiro.
Mas coisa que mais vale a pena ter sido nessa vida é apaixonado.
Porque apaixonar-se é tudo isso e mais um pouco.
E tudo isso é muito pouco quando se está apaixonado.
Plantado por Luly às 15:10 4 rosas roubadas
Marcadores: fotos Eu lírica
Três anos.
Três maravilhosos, incríveis e inesquecíveis anos.
E você continua lindo. E continuo amando o jeito como seus olhos ficam em forma de meia-lua quando você ri. E continuo achando incrível ficar na ponta dos pés para te abraçar melhor. E continuo chorando feito uma boba quando ouço sua voz ao telefone. E continuo achando o máximo arrancar seu boné e bagunçar seu cabelo. E continuo dormindo e acordando, pensando em você. E continuo sentindo borboletas no estômago cada vez que o faço. E continuo te cutucando até você ficar bravo, ou me vencer pelas cócegas intermináveis. E continuo esperando ansiosamente pelo dia em que vou te ver de novo.
E daí que a gente não se vê todo dia? E daí que você mora aí, e eu, aqui? E daí que as pessoas acham que a gente é doido? A gente é mesmo! Como no dia em que brincamos de ciranda na praça coberta de luzinhas de Natal. Ou como no dia em que fomos a pé até o tubarão, e quase morremos com aquele sol. Ou como no dia em que dividimos uma banana split, e nem achamos que estava, assim, tão gostosa. Ou como quando a gente assistiu Príncipe Caspian comendo brigadeiro.
A gente desenha nossos sonhos no céu, deitados na grama, rindo de mãos dadas. A chuva nos convida a ser crianças. E, ao seu lado, é mais fácil ser eu mesma.
Você é o meu melhor amigo. A gente se entende e se dá bem. Você é também aquele que eu amo, respeito e admiro. Tivemos que aprender a conviver com a dor da saudade. Mas isso nunca foi obstáculo - como nos lembramos de ter prometido um ao outro naquele 8 de julho de 2006. Ainda éramos novos nessa de amar, ainda não sabíamos bem ao certo o que estávamos sentindo - aquelas borboletas, aquela noite sem dormir direito, aquelas preces antes de deitar. Já não éramos crianças, mas ainda éramos inexperientes, cautelosos, desconfiados. Era isso mesmo? Sim. Era e é. Amor é meio complicado de detectar logo de cara. Quando é paixão, a gente acha imediatamente que vai enfartar e que aquele é o amor da vida da gente. Vem tão rápida e impetuosamente, que vai embora da mesma forma, antes mesmo que possamos perceber. Ou sentir.
Mas e com a gente? Com a gente... foi a experiência mais incrível que já tive com Deus.
E daí que o dia é só amanhã? E daí que são só três anos? E daí que você faz minha vida algo incrível, mesmo longe? E daí que você me faz rir como ninguém, e é mestre em escutar meus pepinos e secar minhas lágrimas? Aliás, desde que me apaixonei por você, pude me tornar uma chorona assumida. Eu, que era uma pedra! Você quebrou uma barreira em mim - o amor que liberta e enobrece o ser humano.
E que Deus, autor da nossa fé e do amor que há em nós, continue fazendo do nosso amor um verdadeiro milagre.
Eu te amo, namorado mais bobo do mundo.
Plantado por Luly às 10:06 7 rosas roubadas
Marcadores: fotos InLove
Três anos.
Três maravilhosos, incríveis e inesquecíveis anos.
E você continua lindo. E continuo amando o jeito como seus olhos ficam em forma de meia-lua quando você ri. E continuo achando incrível ficar na ponta dos pés para te abraçar melhor. E continuo chorando feito uma boba quando ouço sua voz ao telefone. E continuo achando o máximo arrancar seu boné e bagunçar seu cabelo. E continuo dormindo e acordando, pensando em você. E continuo sentindo borboletas no estômago cada vez que o faço. E continuo te cutucando até você ficar bravo, ou me vencer pelas cócegas intermináveis. E continuo esperando ansiosamente pelo dia em que vou te ver de novo.
E daí que a gente não se vê todo dia? E daí que você mora aí, e eu, aqui? E daí que as pessoas acham que a gente é doido? A gente é mesmo! Como no dia em que brincamos de ciranda na praça coberta de luzinhas de Natal. Ou como no dia em que fomos a pé até o tubarão, e quase morremos com aquele sol. Ou como no dia em que dividimos uma banana split, e nem achamos que estava, assim, tão gostosa. Ou como quando a gente assistiu Príncipe Caspian comendo brigadeiro.
A gente desenha nossos sonhos no céu, deitados na grama, rindo de mãos dadas. A chuva nos convida a ser crianças. E, ao seu lado, é mais fácil ser eu mesma.
Você é o meu melhor amigo. A gente se entende e se dá bem. Você é também aquele que eu amo, respeito e admiro. Tivemos que aprender a conviver com a dor da saudade. Mas isso nunca foi obstáculo - como nos lembramos de ter prometido um ao outro naquele 8 de julho de 2006. Ainda éramos novos nessa de amar, ainda não sabíamos bem ao certo o que estávamos sentindo - aquelas borboletas, aquela noite sem dormir direito, aquelas preces antes de deitar. Já não éramos crianças, mas ainda éramos inexperientes, cautelosos, desconfiados. Era isso mesmo? Sim. Era e é. Amor é meio complicado de detectar logo de cara. Quando é paixão, a gente acha imediatamente que vai enfartar e que aquele é o amor da vida da gente. Vem tão rápida e impetuosamente, que vai embora da mesma forma, antes mesmo que possamos perceber. Ou sentir.
Mas e com a gente? Com a gente... foi a experiência mais incrível que já tive com Deus.
E daí que o dia é só amanhã? E daí que são só três anos? E daí que você faz minha vida algo incrível, mesmo longe? E daí que você me faz rir como ninguém, e é mestre em escutar meus pepinos e secar minhas lágrimas? Aliás, desde que me apaixonei por você, pude me tornar uma chorona assumida. Eu, que era uma pedra! Você quebrou uma barreira em mim - o amor que liberta e enobrece o ser humano.
E que Deus, autor da nossa fé e do amor que há em nós, continue fazendo do nosso amor um verdadeiro milagre.
Eu te amo, namorado mais bobo do mundo.
Plantado por Luly às 10:06 0 rosas roubadas
Marcadores: fotos InLove
Como é bom ter amigos! Isso parece meio óbvio, mas, cara, é privilégio para poucos. O semestre terminou, mas é complicado pensar que a gente vai ficar um mês sem se ver. Em compensação, tem os outros amigos, os velhos e bons, que eu não vejo há dois meses. Mas hoje quero falar especialmente dos grandes amigos que fiz na faculdade.

Plantado por Luly às 00:03 7 rosas roubadas
Plantado por Luly às 09:31 4 rosas roubadas
Marcadores: fotos Crônicas

Cansei de ser presidente,
de quatro dedos na mão.
Cansei de pronunciamentos,
promessas na televisão.
Cansei de falar o que penso,
ou melhor: o que pensam por mim.
Cansei dessa demagogia,
cansei de fingir que não vi.
Cansei de propinas e contas,
congressos e eleições.
Cansei do Planalto Central,
cansei de andar de avião.
Cansei dessa diplomacia
de ser sobrinho do Sam.
Cansei dessa coisa de Lula,
de esquerda e de revolução.
Cansei de ser filho do Povo,
do Povo que me chama de pai.
Do filho que não assumi,
desisto, não aguento mais!
Cansei de ser companheiro,
de faixa verde-amarela.
Cansei de gripe suína,
de gente que mora em favela.
Cansei dessa caricatura!
Cansei dessa cara pintada!
Cansei de bancar o heroi!
Não passo de mera fachada!
Cansei de cruzar os braços.
Cansei de fechar os olhos.
Cansei de tapar os ouvidos.
E o Brasil se cansou de mim.
Plantado por Luly às 21:09 4 rosas roubadas
Marcadores: fotos Poetry, Vida Bandida