Cara, cada vez mais eu gosto de escrever pra Capricho. Parece que eu me sinto mais valorizada como blogueira! Inclusive as visitas ao blog aumentaram bastante desde que eu comecei a escrever pra minha querida revista de adolescência. E, nossa, eu quero tanto poder ficar também em 2009 no Tudo de Blog (querida chefinha Natália Duprat, por favor?)! Torçam pelo bloguinho, amados!
Tá, já falei demais. Esqueci que este blog não é meu, é das Rosas Inglesas que moram dentro de mim. Portanto, cala-te boca!
O post que se segue é um dos que vai dar origem a um blog que eu fiz com dois amigos da faculdade. Vou mandar uma palhinha pra vocês. Se quiserem ver a continuação no blog Roses and Gentlemen, clique aqui!
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Ferdinando Soares de Arruda.
O Fer era um cara tão sossegado! 19 anos, mochileiro, faculdade de arquitetura, meio largado até. Cabeludo, do tipo "o terror das menininhas", barba por fazer, camisa de flanela xadrez amarrada na cintura, camiseta de banda, tênis encardidos. Chegava a ser bobo. Mas aquela cara de bobo dava a ele um charme meio enigmático.
É, o Fer era bonito. Mas ele parecia que não sabia muito disso, não. Ele não tava muito aí com a cor da china. Tudo o que queria era sair pelo mundo de mochila nas costas. Ao contrário dos outros caras, não tava preocupado em correr atrás de mulher. Era romântico, muito romântico, ao extremo. Mas ele nunca deixou ninguém perceber essa faceta de sua personalidade. Ele não falava muito. Era misterioso, e, ao mesmo tempo, sossegado, brincalhão e vivaz.
Tava ali, tapete da sala, tocando violão de boa. Fim de dia, fim de semana. Ele não dava a mínima pra ficar em casa num sábado à noite. Na verdade, ele só tava esperando seus dois amigos chegarem, sozinho em sua quitinete.
Finalmente, alguém mexeu na porta. Vamos ver quem era.


