Mostrando postagens com marcador Gulosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gulosa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Hips don't lie

Ih, peguei mania de fazer posts com nomes de música. Fazer o quê, se eles caem como uma luva no que eu tenho a dizer?

Mas o fato é que, de fato, os "quadris não mentem" - a tradução mais literal no que diz respeito a chocolate e junk foood. Passou da conta? Os quadris não mentem quando você vai botar aquela sua skinny de sempre e... ela teima em não fechar! Esse é o grande mal de mulheres com corpo em forma de pêra ou ampulheta (eu me encaixo no último caso): a gordura vai todinha para os quadris, para desespero delas e para alegria deles, num país onde mulheres-fruta são transgênicas (tudo grande, muuuito grande) e não têm nada de 0% de gordura.

Tenho lá minha teoria sobre a relação férias - aumento de peso. Se você é universitária, como eu, passa quase um ano fora, estudando, longe dos quitutes da mamãe, sem saber o que é um bolo recém-saído do forno, comendo quando dá tempo e evitando todas as besteiras possíveis (porque você paga de natureba pra fazer bonito na faculdade, certo?). Daí, você vem pra casa ao fim de um longo ano de vacas magras, e sua mãe te recebe com uma mesa farta - de tudo o que não presta, mas que você adora. E tem as festas de fim de ano, os sorvetes na praia, a mousse do churrasco do fim de semana, o sedentarismo (lógico, vim pra descansar, e vou ficar malhando?!) e os bolinhos de chuva da sua avó. Daí, você diz: "já que tô na chuva, vou me molhar", e se joga em torrões e mais torrões de açúcar. Afinal, quem já meteu a mão no chantilly do bolo, por acaso não vai querer comer o resto?! ¬¬

Daí, você tenta enganar suas banhas (e sua consciência) e resolve encarar aquela skinny justíssima, ("mãe, acho que eu cresci alguns centímetros pro lado esse ano!") se deitando na cama pra que ela feche! Há, danadinha! Tá achando que espremer a banha vai mesmo fazê-la caber aí? Cá entre nós, que cena humilhante, hein, amiga?! Precisava mesmo descer tão baixo? Você, claro, não se dá por vencida e tenta enfiar tooodas as calorias pecaminosas já ingeridas dentro da calça, pra deixar aquela ilusória barriga semi-reta. Tá, me engana, que eu gosto. Ontem mesmo, a senhora comeu um pote de Nutella adoidadamente, e sozinha! E aquela resolução de ano-novo que dizia "emagrecer", tá onde, nos seus pneus?

Como desgraça pouca é bobagem, só isso não basta. Tem a maldita, a inútil, a bandida da CE-LU-LI-TE! Tá lá, nas suas coxas e bumbum, depois de algumas semanas de "porre alimentar". Dizia meu sábio professor de cursinho que é tudo culpa dos lisossomos (lembra daquela aula sobre células?), que, no corpo feminino, jogam toda a gordura pros pandeiros, bem na época em que o sol tá rachando, todo mundo tá de biquíni, e você tem que ficar de shorts porque seu traseiro tá parecendo uma laranja!

Daí, você senta e chora. Aliás, senta, não! Você é uma mulher de fibra, que não se deixa abater por essas fatalidades da vida, não é? Então, você levanta imediatamente, limpa essa cara de choro, faz aquele make incrível e... corre pra academia. Isso! Agora essa barriga murcha! Esteira, puxação de ferro, calças legging e camisetões: você se joga no mundo fitness com tudo o que tem direito! E vai, e vai, e vai... UMA SEMANA! Ufa! Faltam mais seis pra perder os três quilos, e você já emagreceu 300g!

Então, depois da primeira semana, chega-se ao ponto crucial da batalha: ou você desiste de vez, assume esse quadril e volta a chafurdar no chocolate, ou você... emagrece, fica linda e, pra comemorar, come uma pizza inteira e um mega sundae com calda quente!

sábado, 4 de outubro de 2008

Junkie food e jeans 36

Capricho pergunta: Você come tudo o que quer, sem se importar com o que as pessoas pensam? É desencanada com o que a balança indica? É magra de ruim? Como lida com a relação peso x auto-estima?

Eu sempre fui magra "de ruim", e confesso: amo comer! E como mesmo, apesar de, às vezes, ser meio encanada ("mãe, tem certeza que eu não tô gorda?!"). Mas conscientemente, não só por questão de peso, e sim por saúde, principalmente, porque tenho visto amigas da minha idade com começo de diabetes e colesterol. Quem é que não gosta de comer besteira? Eu mereço um desconto, não é? Mas esse "desconto" não pode ser todo dia. Não quero engordar, não só para não estragar a "cinturinha-de-pilão", mas porque sei que isso faria mal à minha saúde. E cá entre nós, amiga: é bom demais entrar naquele jeans 36! Mas também é uma delícia devorar uma barra INTEIRINHA de chocolate, deitar no sofá e ser feliz. Com jeitinho, dá pra juntar as duas coisas sem peso na consciência (e na balança!).

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Chocoholic

A menina chega ao supermercado, nem tão super assim, diga-se de passagem. Sexta-feira, fim de tarde, daqueles horários em que todo mundo resolve correr para o mercado fazer as compras do fim de semana. Ela, moída da faculdade, pregada mesmo, não queria ver ninguém, muito menos aquele monte de gente que mal a deixava um pedaço de chão para transitar. "Então é assim que funciona num formigueiro?", pensou. Pediu mil licenças, esbarrou em qualquer coisa.

Tudo bem. Feitas as comprinhas obrigatórias, pensou mil vezes se compraria para si um chocolate. Ela, chocoholic incurável, não sabia se devia. "Bom, eu já até fiz ginástica essa semana. E eu nem comi, assim, tanto chocolate esses dias!" É, é sim. Ela podia. Ela precisava. Açúcar, açúcar, torrões de açúcar!

Lá foi ela para a sessão de chocolates. Ofertas muito boas. Confeitos coloridos, castanhas, chicletes e... oh, os chocolates! Os bombons! Os tabletes! O paraíso! Os olhinhos brilhavam (criança crescida em loja de doces), a boca salivava, a mente viajava.

"Ai... será que eu devo?"

Ah, ela devia. Todo chocoholic se deve um chocolate de vez em quando - mesmo que esse "de vez em quando" seja beeem mais freqüente do que se espera. Foi aos os preços. "Se eu comprar uma barra grande...", pensou, "... mas... será que eu devo? E se... hum, mas essa aqui, não. Talvez essa. Ah, prefiro esta daqui! É menor, e vai evitar possíveis 'descontroles'."

Estava satisfeita. Havia feito a coisa certa. Não estava com peso na consciência; comprara, afinal, o seu precioso chocolate, a sua distraçãozinha sabor cacau. Não, ela não se descontrolaria: comeria, dia a dia, pedacinho a pedacinho, bem devagar, saboreando, controladamen...

Cinco minutos depois, comeu a barra inteira.

[Adoro pessoas decididas]

Ps: quem NUNCA fez isso, atire a primeira pedra!

Ai.

domingo, 6 de julho de 2008

Chocolate

Pedaços de chocolate dentro de um pote
Era só o que eu queria
Ver derreter entre meus lábios
Serenatas de Amor
Sonhos de Valsa
Confeitos coloridos
Espalhando doçura e poesia
Como num beijo
Como num doce momento
Numa cara melada de criança feliz