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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Pauta dupla, again.

1. Meninas muito cultas espantam os garotos?

Na verdade, depende do garoto. E da garota. É tudo questão de gosto. E, como gosto não se discute, não há muito o que se fazer a respeito. Se o cara está atrás de uma Barbie que não tem nada na cabeça além de tintura, logicamente não vai querer saber de alguém que, por mais gata que seja, curta Nietzsche, matemática, museus e livros. Meninas cultas costumam ser muito interessantes. Sem contar que fazer a nerd tá super em alta. Mas também é complicado para um cara namorar uma menina que queira falar de Nietzszhe e discutir o Pós-modernismo em pleno sábado à noite, quando tudo o que ele quer é tomar sorvete e falar bobagens com uma garota legal.

A questão é a de sempre: equilíbrio. Não dá pra ser bonita, nem inteligente o tempo todo. Não, a vida não é justa, especialmente conosco, mulheres. Exigem que sejamos lindas, inteligentes, sexy, atraentes, interessantes, divertidas, talentosas, únicas e apaixonantes. E, claro, jovens, magras e sem celulite. Pois é. Por isso, corremos tanto atrás da fórmula mágica da mulher moderna. E, não, ninguém ousou por em prática ainda os conceitos de "beleza interior", "chique é ser inteligente" e "chega de padrões de beleza".

Portanto, isso só depende do que é ser "culta" pra você. E para ele. Quanto à questão de "espantar" homem, "atrair" homem, e afins: prender-se a isso é coisa de mulher desesperada. Você pode ser a mais CDF de todos os tempos - se confiar no seu taco, alguém vai olhar pra você. A questão é saber se mostrar, e equilibrar toda essa inteligência com a feminilidade e a leveza de uma boa conversa que não precise, necessariamente, chegar a algum lugar.

2. E se os dois forem de religiões diferentes?

Religião é sempre um assunto muito complicado. Mas essa é uma questão de respeito e acordo entre os dois. E, principalmente, de os dois assumirem as consequências das escolhas amorosas e religiosas que fizeram. Não adianta chorar se o seu namorado não quer ir à sua igreja, nem achar ruim se vocês, inevitavelmente, conversarem sobre princípios religiosos e discordarem. É claro que passar a vida ignorando a religião do outro não vai adiantar. Portanto, é necessário haver respeito e ter certeza do que se quer. E ver o outro, acima de tudo, como seu namorado, e não como um herege. Com respeito e convicção, as coisas se tornarão mais fáceis.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Pauta dupla! (Divã)

Após um longo e louco semestre, eis me aqui novamente.

Tá, chega de formalidade pedrobialista. --'

Quanto à crônica passada, nem vou terminar. O prazo de validade meio que venceu porque não tive tempo de terminá-la, e a inspiração passou.

Enfim, vamos ao que interessa: o Divã. Hoje é dia de pauta dupla!

1. Você tá a fim. Ele também. Mas ele namora. Comofas?

Ih, a piriguete tá se achando...

"Comofas"? É simples, meu bem: "não fas".

Não gosto de furar olho de ninguém, e sei bem qual é meu lugar. E meu lugar é longe de confusão. Afinal, se o cara é tão a fim de mim assim, não vai me olhar com aquela cara e dizer o clássico "é complicado". E não vou pedir para o cara terminar com a atual só porque ele tá me dando mole. E, digamos que o cara terminasse com a baranga menina por minha causa. Valeria a pena se envolver com um cara que acabou de sair de um relacionamento complicado? E a pergunta que não cala: será que, se aparecer outra e a namorada for eu, ele fará o mesmo comigo?

Claro que é complicado generalizar. O cara pode ter entrado no relacionamento com a tal menina por burrice, carência ou sei lá, e estar mais enrolado que o carinha do clipe da Taylor Swift, coitado.

... e sua namorada sabe que você me manda bilhetinhos?

Mesmo assim, isso não é desculpa para enrolação, é?!

Tem cara que curte a situação, e acaba enrolando até onde dá. Se aceitamos ser "a outra", melhor ainda: as coisas ficam bem mais cômodas. Pra ele, é claro. Portanto, é melhor desencanar e esquecer essa história antes que o envolvimento aumente. Porque, afinal, não sou mulher de bandido e não sou obrigada.

2. Você e ele na mesma sala?! Estudar pra quê?

Se envolver com um cara da sua sala não é, necessariamente, um problema. Essa história de "atrapalhar estudos", pra mim, é desculpa pra quem quer teminar namoro. Mesmo as piores mongas apaixonadas (eu, oi) podem aprender a voltar pra Terra na hora de estudar, mesmo que o perfume dele, que está colado com você, sentado na mesma carteira, faça sua cabeça girar. Ficar de mãos dadas faz aquela aula chata passar rapidinho, e aquela aula legal fica ainda mais interessante, sério. E, se você estiver cansada de todas aquelas teorias, é só arrumar um cantinho da folha pra trocar desenhos e escrever bobagens. Ele pode dar uma lida na sua redação antes que você a entregue à professora, e te dar um toque se ela estiver um lixo (onde você estava com a cabeça, menina?), e te chamar atenção para algum detalhe interessante da matéria, mesmo que seja só para relacioná-lo com algum comentário do mundinho nerd dele, como sempre. E você ri. E suas aulas se tornam mais interessantes. Sim, porque ele está lá. Ele também se torna um motivo a mais para não perder aquela aula de jeito nenhum. Isso é saudável, e pode ser muito didático. Basta ter foco, por mais difícil que seja com um gato daqueles do seu lado.

... e, se adivinhar a fórmula, te dou um beijo. Ou vários.

Gente, beijo na boca na sala de aula não, ok? Carinhos são inevitáveis, mas peguem leve!

Perigo maior é errar a mão no grude e dar aquela "enjoada" básica da pessoa. De colega-de-classe-amigo-e-namorado, ele pode passar a marido-colega-de-trabalho: é quando se chega ao ponto de falar de trabalho matérias da faculdade em pleno sábado à noite, quando vocês finalmente resolveram fazer um programa a dois. Vocês não têm mais tempo de sentir saudades, pois se vêem na faculdade/escola e também no fim de semana. Todos os dias. O dia inteiro. Fazem os trabalhos juntos. Até perceberem que o relacionamento esfriou e que vocês não têm mais amigos. É.

-Você não ia ao banheiro, não?
-Vim só te chamar pra ir comigo até a porta.
--'

A questão é não perder a cabeça e se lembrar de que vocês estão numa sala de aula, precisam passar de ano, fazer amigos e ter vida própria. De resto, namorar um cara da mesma sala está aprovadíssimo!

domingo, 28 de março de 2010

(Pauta dupla) No radar deles: vamos falar de homens

Seguinte: pauta dupla para a seção "No radar deles" da revista virtual Divã:

À distância dá certo?

Ontem eu estava na net, de boa, quando o namo de uma colega de facul (detalhe: nem conheço ele direito) me chamou e, como quem não quer nada, começou um interrogatório sobre a garota: onde ela foi, com quem, que horas voltaria, o que foi fazer... Ela mudou de cidade para estudar, enquanto ele permeneceu na cidade dela (clássico, não? Quase todo mundo passa por isso). E eu disse, numa boa, para ele relaxar, que a menina é toda certinha e gente boa, e talz. Ao que ele me respondeu: "É, eu sei. É que homem é assim mesmo. Cuida dela pra mim, tá?".

Sem contar uma outra amiga na mesma situação, mas cujo namorado terminou com ela por internet após uma crise de ciúmes (só porque a menina resolveu dar uma saidinha de dia com uma galera).

E posso falar por mim: eu já namorei à distância. Sim! Mas com a diferença de que a gente tinha muita confiança um no outro, e isso rolava numa boa, sem ciúmes nem cobranças. O que era sofrido mesmo era a saudade, a carência. Mas isso é questão de se aprender a lidar com as limitações desse tipo de relacionamento.

E concluí que esse lance de namoro à distância depende muito do casal pra funcionar. Não vou culpar os homens (já que também conheço meninas que monitoram cada passo do namorado, e olha que moram na mesmíssima cidade!), por isso, acho que, pra coisa funcionar, os dois precisam colaborar. É preciso confiança! Se você acha que vai ser traída (o), nem comece o namoro, ou termine antes que a relação se desgaste pelas DRs sem fim. Outra coisa: não é porque você mudou de cidade que vai deixar de sair com a turma e conhecer gente, dica. Bitolar não resolve! Afinal, cada um sabe de si, e aprontar ou não é uma questão de caráter e consciência. E, onde há sentimento, há respeito e há saudade, jamais controle e desconfiança.

Procuram-se príncipes

Vou dizer uma coisa: sabem por que falta homem cavalheiro nesse mundo? Por culpa nossa. Sim: nós, mulheres, estragamos tudo. Queremos pagar de feministas, independentes e descoladas, e achamos que cavalheirismo é mais uma forma de machismo. Desconfiamos da masculinidade do cara que puxa a cadeira para nos sentarmos. Achamos que receber flores é meio last week. E há quem pense que homem fofo e respeitoso não tem pegada (sim, em tempo de relacionamentos superficiais e instantâneos, é só isso o que importa).

E os caras crescem com medo de serem mal-interpretados. E vêem as meninas darem moral para os canalhas da turma. E não vêem seus pais serem cavalheiros com suas mães e avós. E têm medo de demonstrar zelo, carinho e respeito por qualquer mulher, já que homem que é homem chega "jogando na parede e chamando de lagartixa".

Mas, quando nos damos conta do quanto seria bom ter um homem que nos tratasse como mulheres, e não como pedaços de carne, reclamamos. Achamos que são todos iguais, uns canalhas, grossos, ignorantes, quando, na verdade, os homens têm medo de serem cavalheiros e desagradarem às mulheres-modernas-do-século-XXI, de serem zoados pelos amigos, de gastar dinheiro com flores, de cair no ridículo, de ficarem na prateleira só porque não chegaram "jogando na parede". Por isso é que eu digo: sim, a culpa é nossa! Sim, mulheres: devemos parar com essa mania de querer conduzir tudo! Qual o problema se o cara quiser te pagar um jantarzinho de vez em quando? Ah, vai dizer que você não vai achar o máximo?!

E, para finalizar, deixo uma frase do gatésimo, lindo, absoluto ator Mateus Solano: "Machismo é inadmissível nos dias de hoje. Mas, mulheres, deixem os homens abrirem a porta do carro. Não é machismo, é cavalheirismo." Fica a dica.

domingo, 21 de março de 2010

Fazendo sua cabeça (parte I) - Headbands!

Fazendo sua cabeça (parte I) - Headbands!

Para o Divã King Size

Coqueluche durante a década de 70, por causa do movimento hippie, as headbands conferem charme e descontração tanto a looks do dia-a-dia quanto aos mais sofisticados. De volta com tudo nos anos 00, tornaram-se queridinhas das celebridades (como Taylor Swift), fashionistas e descoladas. Com as mais variadas espessuras, cores, tecidos e decorações (que vão de miçangas e contas a flores enooormes), vão com qualquer roupa, não necessariamente te deixando com cara de riponga. Basta saber brincar com elas e deixar o look com sua cara.

A maioria das meninas usa as headbands por cima do cabelo, mas vou dar uma dica para quem quer inovar: use-a por dentro! Sim, deixando a faixa aparecendo só na testa! Fica lindo e, para quem tem cabelo cacheado e volumoso, como eu, fica até mais bonito, já que a head acaba "deformando" um pouco o formato do cabelo. Vejam só que diferente:

As com flores também são lindas!

Você pode também associar a headband a tranças, coques e outros penteados do dia-a-dia: dá um ar bagunçado-chique! E não se esqueçam: penteados "despenteados" estão em alta, portanto, não se preocupe com os fios. A headband dará o toque que sua produção precisa.

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Este é o primeiro post para o projeto Divã King Size - revista virtual das meninas do extinto Tudo de Blog. Em breve, divulgaremos o link!