
Para o Tudo de Blog
O Deus a quem eu sirvo é vivo. É o princípio, o meio e o fim. É bom e justo, piedoso, nunca me deixa tropeçar. É Deus com D maiúsculo. E, sim, Ele existe. Falei com Ele hoje, como falo todos os dias. E, quanto mais o conheço, mais me apaixono por Ele. O Deus a quem eu sirvo traz para mim o que droga ou bebida nenhuma pode trazer.
O Deus a quem eu sirvo me ama tanto, que enviou o seu único e amado filho, Jesus, puro, perfeito, para ser pregado numa cruz por mim, sendo que eu nem merecia. Muita gente não faz idéia do porquê, mas eu sei que essas gotas de sangue me libertaram do peso das coisas erradas que eu faço. Eu fui reconciliada com Deus através disso. O Deus que, antes, eu só conhecia de ouvir falar, veio falar comigo e se tornou realidade em minha vida. Não tenho mais medo da morte; sei que passarei a eternidade perto do meu Deus, meu pai, meu amigo.
O Deus a quem eu sirvo não continua pregado num crucifixo de madeira, vencido em dor, e nem é feito por mãos de homens. Não é uma imagem que tem boca, mas não fala, ouvidos, mas não ouve, mãos, mas não age. O Deus a quem eu sirvo é vivo. Ele é bom e justo, e fez coisas por mim que eu nunca sonhei conseguir. Para Ele, o impossível não existe.
O Deus a quem eu sirvo não pode, jamais, ser explicado pela ciência, nem ser refutado por vãs filosofias, nem pode ter sua grandeza avaliada pela mente humana. Afinal, o homem é falho e incompleto. A mente de Deus não poderia ser compreendida pelas nossas mentes, tão pequenas e acostumadas com nossas vidinhas industrializadas.
Não adianta tentar explicar o Deus a quem eu sirvo. Deus é o doce mistério que, um dia, todos nós conheceremos e reconheceremos que nada podemos sem Ele.
"Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face" I Coríntios 13:12







