quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Afinal, de quem é a culpa?

Texto que será publicado no Jornal do Blog
Por que somos tão dominados por essa estranha e infindável arte de culpar? Tudo tem uma causa, uma conseqüência e, é claro, uma culpa. Ninguém mais responde por si – para tudo há um culpado, e nós atacamos de Sherlock Holmes, lupas em punho, tentando desvendar o grande mistério da humanidade: quem é o culpado por tudo isto?

Isto o quê? Essa desordem, essa catástrofe, essa barbárie que não acaba nunca. Uns botam a culpa no aquecimento global. Esse aí, coitado, é o que mais sofre acusações, da professora de geografia ao leigo que mal lê o jornal. Claro, ninguém faz nada para parar o aquecimento global: ele é irreversível, inabalável, e a culpa é dele, só. Como se ele fosse uma força sobrenatural que se cria sozinha, e nós fôssemos a vítima. Não seríamos nós os pais do monstro?

E tem também o governo. Cada político ladrão. Cada absurdo escancarado. Cada cara de pau sem tamanho. Culpado. E foi o povo quem elegeu. Culpa do povo também. Ainda bem que não fazemos parte desse povo. Ainda bem que não fomos nós quem o construímos. Abdicamos de nossos direitos de cidadãos apenas para culparmos mais um.

E, finalmente, o grande culpado da vez: a crise mundial. Perdeu o emprego? Crise mundial. Gastou mais do que devia? Culpa da crise. Não pode viajar? A crise parou os aeroportos. A crise é vilã, e nós somos os mocinhos, correndo dela como loucos depois que provocamos sua fúria.
Escondemos nossa culpa nas próprias circunstâncias que criamos. E esses fantasmas as assumem, para que possamos nos livrar delas, até que possamos criar outra circunstância para culpar. E essa brincadeira de Sherlock Holmes continua, até que possamos perceber que estamos perseguindo nossas próprias caudas. Elementar, meus caros: a culpa é toda nossa.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sobre espetáculos femininos

Para o Tudo de Blog
Ser vulgar é tão mais fácil. Basta usar pouca roupa, subir no palco da boate, encher a cara e dar em cima de todos os caras que aparecerem. Você pode até parecer mais descolada, poderosa, mostrar que tem personalidade. Tudo acontece tão mais rápido - em compensação, se vai mais rápido também: você consegue ter os homens a seus pés, mas por uma noite. Apenas uma noite. A vulgar faz show para uma platéia inteira - é a estrela, a atriz que magnetiza os olhos e os holofotes. Tudo o que ela quer é ser amada, olhada, desejada por todos.
Mas há também o tipo de mulher sensual, que é bastante diferente. Impecavelmente arrumada, linda e maquiada, mas sem mostrar tanta pele, prefere mostrar sorrisos e olhares. Ela não escolhe o par da dança, mas é escolhida. Sabe rir e conversar, é inteligente, interessante. Prefere investir em batons e perfumes, e chama a atenção de maneira sutil e natural. A sensual esconde o jogo deixando pistas de seus mistérios, guardando a sete chaves a aposteose de seu espetáculo - ela é a figurante, que não quer uma platéia inteira a seus pés, mas apenas um espectador: o amado, o escolhido, aquele que merece a exclusividade de todos os seus atributos, de todas as fantasias de seu infinito particular.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Rosas premiadas!

Ah, gente! Ganhei mais 5 selinhos do meu amigo Marcus e da Lady Dark Angel:

Luuuxo total, hein? Agora eu, que não sou boba nem nada, quero repassar para os meus top 4:


Isso aê, galere! Beijos, se liguem no Rosas Inglesas!

sábado, 10 de janeiro de 2009

"Uh, Tiazinha!"

Para o Tudo de Blog

Capricho pergunta: o que do seu passado lhe condena?

Ai, gente! Eu tinha uns seis anos, e achava a Tiazinha o máximo! ¬¬ Daí, um dia, eu e minha amiguinha fomos à lojinha de R$ 1,99 e compramos o "kit Tiazinha": máscara + chicotinho de borracha! E saímos felizes a cantarolar pelo shopping. Paramos o trânsito, menina! Todo mundo que passava, gritava: "Uh, Tiazinha!", e nós, é claaaaro, achamos que estávamos abafando. É, a gente tava podendo, ô se tava.

Não tô acreditando que eu contei isso! =S

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Perguntas e respostas.

E a preguiça de postar? Mas eu sou viciada em blogorfina, então, não consigo agüentar mais que três dias, em geral. Sem sono, acho que funciono bem de madrugada. Não consigo ser coruja, mas eu tento, juro. Vou escrever o que me der na telha.

Uma novidade: compus outra música! Só tenho que terminar de cifrá-la. Logo, logo, ponho no Youtube pra vocês.

Algo que quero comer: salgadinhos de festa! (acho que vou dar prejuízo no níver de quatro anos da minha priminha Letícia amanhã, quer dizer, hoje - já é madrugada!)

Algo que quero fazer: dançar! De preferência, com os amigos, dando risada, bebendo refri.

Alguém de quem sinto saudades: do meu namorado. Ah, se a estrada encolhesse...

Última playlist: o novo CD do Oficina G3, Depois da Guerra. Quase não sou fã...

Loucura que quero fazer: tomar banho de chuva e chegar em casa pingando, sem ouvir bronca.

Uma bobagem: escrever coisas aleatórias neste blog - tremenda falta do que fazer!

Batom ou gloss?: batom pra arrasar, gloss pra extravasar.

Bad hair day?: confesso - tenho com mais freqüência (não vou adotar o novo acordo ortográfico, ok?) do que gostaria, principalmente em dias de chuva, dias de festa e visitas do namorado.

Ugly Betty day?: nada que umas grossas camadas de rímel não resolvam. Ou, pelo menos, disfarcem.

Qualidade: sensível (o problema é que, às vezes, me dôo demais pelos outros, mesmo quando isso não é recíproco).

Defeito: desligada (totalmente, irremediavelmente!).

Paixão de infância: escrever.

Aprendi a amar: a música.

Curiosidade: tenho sonhos engraçados, e muito nada-a-ver.

Queria ser quando criança: veterinária (tudo a ver! ¬¬).

Humor atual: sonolenta.

Nota para este post: não sei, não tenho muita noção do que tô fazendo, tô com sono!

Vou dormir. Não me levem a sério; vocês podem não sobreviver a mim!

xoxo

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Mississipi, Brazil

Capricho pergunta: quais foram as melhores férias da sua vida?
Bom, foram muitas, mas teve uma que marcou legal. E eu nem fui muito longe, não, mas vivi como se estivesse em outro país! Eu, enquanto descanso, carrego pedra. Por isso, as melhores férias da minha vida foram as de julho 07, em que eu passei... trabalhando! Fui intérprete pela primeira vez de um grupo de americanos do Mississipi! Foi uma semana incrível, de muitas risadas e playing cards, mas de trabalho puxado, acordando cedo, entrando em escolas, cantando, trabalhando com crianças carentes e construindo uma igreja (sim, além de intérprete, fui pedreira!) em CINCO dias! Ao fim dessa semana de pouco português e muito trabalho, veio a parte ruim: a despedida. E aqueles gringos tão amados partiram deixando uma grande obra, um trabalho bem feito, e uma sensação de dever cumprido. Férias inesquecíveis!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Rosas nas bancas!


Galera! Saí de novo na Capricho (edição 1061)! Sessão Tudo de Blog, pg 9! Já nas bancas! Corre lá! ^^