Não estou fazendo generalizações ou extremismos neste post.
Para o Tudo de Blog
Dizem que vivemos o auge da Revolução Sexual - ninguém é de ninguém, cada um é cada um e o que importa é ter prazer, não importa como. Entretanto, só de ouvirem a palavra "sexo", muita gente muda de cor - por isso, preferem chamá-lo por "apelidos": "aquilo", "...", "coisinhas". As pessoas fazem, mas tem vergonha de falar - quem fala é depravada, mas também, quem não fala é encalhada. Portanto, o que na verdade vivemos é um retrocesso disfarçado de revolução. A liberação tornou-se uma forma de repressão, e isso é uma tremenda de uma hipocrisia. Porque o problema não é fazer sexo, e sim o que as pessoas fizeram com ele! Não é falar de sexo, e sim o que ele passou a significar para as pessoas - uma mera necessidade fisiológica e social. Não se fala de sexo porque "é feio", mas da "feiúra" toda em questão ninguém tem vergonha: do prazer egoísta e da falta de compromisso. Virgindade, então, virou uma espécie de "maldição", que deve ser quebrada o quanto antes, e sexo depois do casamento é a maior caretice. Pois quero dizer que, ao contrário do que muitos pensam, mantê-la até o casamento não tem nada de imposto - afinal, vivemos em uma sociedade livre, e não há lei no mundo que domine o corpo de uma pessoa. Isso é escolha, e é também uma forma de valorizar ainda mais o sexo - algo único, lindo e especial, muito mais do que apenas diversão e necessidade física. O sexo perdeu sua essência, por isso tornou-se um assunto tão constrangedor. O que as pessoas precisam não é olhar com reprovação para a palavra "sexo", mas fazer com que o sexo volte a ter algum sentido. Não tenho vergonha de falar de sexo. Tenho vergonha é do que ele se tornou.
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Dizem que vivemos o auge da Revolução Sexual - ninguém é de ninguém, cada um é cada um e o que importa é ter prazer, não importa como. Entretanto, só de ouvirem a palavra "sexo", muita gente muda de cor - por isso, preferem chamá-lo por "apelidos": "aquilo", "...", "coisinhas". As pessoas fazem, mas tem vergonha de falar - quem fala é depravada, mas também, quem não fala é encalhada. Portanto, o que na verdade vivemos é um retrocesso disfarçado de revolução. A liberação tornou-se uma forma de repressão, e isso é uma tremenda de uma hipocrisia. Porque o problema não é fazer sexo, e sim o que as pessoas fizeram com ele! Não é falar de sexo, e sim o que ele passou a significar para as pessoas - uma mera necessidade fisiológica e social. Não se fala de sexo porque "é feio", mas da "feiúra" toda em questão ninguém tem vergonha: do prazer egoísta e da falta de compromisso. Virgindade, então, virou uma espécie de "maldição", que deve ser quebrada o quanto antes, e sexo depois do casamento é a maior caretice. Pois quero dizer que, ao contrário do que muitos pensam, mantê-la até o casamento não tem nada de imposto - afinal, vivemos em uma sociedade livre, e não há lei no mundo que domine o corpo de uma pessoa. Isso é escolha, e é também uma forma de valorizar ainda mais o sexo - algo único, lindo e especial, muito mais do que apenas diversão e necessidade física. O sexo perdeu sua essência, por isso tornou-se um assunto tão constrangedor. O que as pessoas precisam não é olhar com reprovação para a palavra "sexo", mas fazer com que o sexo volte a ter algum sentido. Não tenho vergonha de falar de sexo. Tenho vergonha é do que ele se tornou.

