domingo, 3 de maio de 2009

Eu na Garagem do Faustão!

Blogueiríssimos do coração, gostaria de fazer o meu merchan mais uma vez, pedindo que vocês acessem a Garagem do Faustão e assistam/votem/comentem/dêem nota muitas vezes aos meus vídeos. Pra quem não sabe, sou cantora e compositora, e mandei as músicas Reborn e Contratempo, que foram selecionadas. Corram lá, e, se eu tiver um número grande de acessos, eu posso aparecer no Faustão! Mas pra isso, vocês precisam assistí-los LÁ NO SITE e procurar por "Louise Mira".

Valeu a ajuda, gente, e olha lá os vídeos!

Contratempo - Louise Mira


Reborn - Louise Mira

sexta-feira, 1 de maio de 2009

É proibido proibir

Para o Tudo de Blog

Capricho pergunta: algumas cidades de São Paulo estão proibindo adolescentes de ficar fora de casa depois de um determinado horário à noite. E o lance é meio gradativo: para meninos e meninas de 14 e 15 anos, vale ficar até 22h30. Com 16 e 17 anos, mais meia horinha... Essa matéria saiu no Fantástico semana passada. A questão é: esse "toque de recolher" é legal?

É assim que começa a repressão: hoje, adolescentes mais cedo em casa; amanhã, ninguém mais sai depois da meia-noite. Hello, governo, e aquela história de "democracia-país-livre-cada-um-cuida-da-sua-vida"? Quer uma juventude consciente? Invista em educação! Quer um país mais seguro? Põe o exército na rua! Pega mais pesado nas punições de tráfico, invista em presídios de segurança máxima, mas não, não queira transformar o nosso lado em prisão! Regras são necessárias, mas bom senso e ética pessoal também são, e isso tem que vir embutido na formação de cada um. Questões políticas à parte, o que é que o governo tem que se meter numa tarefa que é unica e exclusivamente de pais e mães, que também são cidadãos e responsáveis pela formação de outros cidadãos? E como esses novos cidadãos poderão ser formados, fazer suas escolhas e seus limites, se as escolhas lhes forem tiradas e os limites impostos, não pela família, mas por desconhecidos? Portanto, ilustríssimos prefeitos do Estado, exatamente por se preocuparem tanto e por terem as melhores intenções possíveis, peçam a seus filhos para não ficarem até tarde na rua, mas, por favor, não se iludam querendo educar os filhos dos outros.

Adoro uma polêmica!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Consumo? Só no delírio, mesmo!


Para o Tudo de Blog

Assumo que atóóóron comprar! O problema é que não tenho dinheiro! Mas, vezinquando, dá pra levar uma oncinha pra passear no shopping ou nas feiras hippies da vida. É tão bom comprar coisas legais e renovar o estoque de bijuterias, ainda mais quando se pega uma promoção "daquelas". Aliás, "promoção" é minha palavra favorita. Porque, sim, eu atóóóron comprar, mas odeeeeio gastar - um paradoxo do consumismo.

Não há nada de errado em gostar de compras - às vezes, faz bem extravasar, nem que seja de cartão de crédito em punho! O problema é quando a coisa foge do controle e você começa a comprar coisas que não vai usar, ou pior, que não vai conseguir pagar. Daí, é hora de puxar o freio. Agora, cá entre nós, amiga: tão bom se dar um presentinho de vez em quando! A gente merece, não é?

terça-feira, 28 de abril de 2009

As aventuras do Mr. Bumpy


Quem me conhece, sabe que eu sou craque em desenterrar as coisas mais absurdas, principalmente músicas do tempo do "Zagaia", seja lá quem ele tenha sido. Eu estive lembrando esses dias de um desenho de massinha que eu adorava quando criança. Chamava-se "As aventuras do Mr. Bumpy" (Bump in the Night), e é um dos desenhos mais bem bolados e legais que eu já vi! Eu devia ter uns oito anos quando ele passava...

A história era a seguinte: Mr. Bumpy, um monstrinho verde e cheio de verrugas, vivia embaixo da cama de um garoto de dez anos, comendo meias velhas e empoeiradas. Seus melhores amigos eram Squishington, um monstro azul que morava no vaso sanitário, e Molly, uma boneca toda remendada, que pertencia à irmã do garoto. Os outros personagens eram o Destructo, um robô rabugento que cantava "eu sou maior que você" (nossa, como era legal essa música!), as três bonecas patricinhas que moravam no mesmo quarto que Molly, e o Monstro do Armário, todo feito de retalhos, que metia muito medo no Mr. Bumpy, mas que eu achava uma fofura!

Esse desenho passava no SBT, na época em que ainda havia programas bons por lá e desenhos realmente divertidos na televisão. Pena que nunca mais o reprisaram.

Hoje os desenhos não tem mais graça. A maioria é cheio de armas e lutas sem pé nem cabeça, ou de computação gráfica, ou a história é chata.

Ou será que sou só eu, que cresci, mesmo?

De qualquer forma, saudades, Mr. Bumpy!

Olha aí um pedacinho, pra lembrar!

domingo, 26 de abril de 2009

Ela pode? Eu também posso!


Para o Tudo de Blog

Não me lembro de ter passado pela situação da "amiga perfeita" (pelo menos, não de uma que me ofuscasse tanto assim!), mas, se passasse, seria muito mais eu. Se ela fosse amicíssima, tipo BFF, juro que não me abalaria. Agora, se não fosse "aqueeela" amiga, vou ser sincera: ia dar, sim, uma leve e momentânea pontinha de despeito, lógico! Sem hipocrisia: todo mundo quer ser admirada, elogiada e descaradamente paquerada. Você se esforça pra encolher a barriga, usa um quilo de maquiagem e fica cinco horas no salão pra quê? Pra chegar o clone da Barbie de jeans, rasteirinha e cabelo preso, e chamar muito mais atenção que você, sem nada disso? Há certas garotas que são, sim, incríveis de dar raiva. Mas a gente também pode chegar lá - com um pouquinho mais de esforço, mas pode! O sol nasce pra todas, basta você saber como chegar lá. E também, sabe o que mais? O que custa ser um pouquinho mais humilde e perguntar pra sua amiga-barbie a marca do shampoo dela?

sábado, 25 de abril de 2009

Escrevi, mas não mandei



"Londres, 21 de setembro de 1978.

Peter, você vai me fazer tanta falta.

Mesmo que eu nunca tenha tido coragem de falar com você direito. Mesmo que você tenha sido, até hoje, o melhor amigo que eu já tive. Mesmo que você me visse como um "cara de saia", como você dizia. Mesmo que eu te visse como o homem da minha vida.

Tá bom, eu só tenho quatorze anos. Minha mãe disse que ia passar, que essas coisas acontecem, e são complicadas, mesmo. Mas é que, quando eu olhava pra você, me dava um medo, e um frio na barriga. E você nunca me deu um beijo. Um beijo! Como eu sonhei com isso. Como eu sonho! Mas acho melhor não sonhar mais.

A verdade é que eu tive medo. Medo de não dar em nada. Medo de dizer o quanto eu gosto de quando a gente come pizza, largados no jardim, até duas, três da manhã, falando besteira e dando risada. Medo de trombar com você na escola e ficar vermelha. Medo de continuar sentando com você na aula de biologia, e você descobrir tudo. Medo de você descobrir que eu choro antes de dormir, por sua causa. Medo de contar o único segredo que você ainda não sabe sobre mim: eu te amo, Peter.

As coisas se vão tão rápido, mas a gente não. A gente ficou pra sempre ali, em algum lugar incerto, e eu sabia que dali não sairia nunca mais. Eu não dormi mais, pra não ter que sonhar com o passado, com o modo com que você me olhava, com o seu modo de torcer as mãos enquanto falava, com a sua respiração em meus ouvidos, com aquele seu sorriso torto e sem graça. Se sonhasse com o futuro que planejei, seria pior, pior, pior ainda.

Mas as coisas passam. E, se não passarem, também, eu não me importo. Eu sei que não vai passar, mas a gente se acostuma com dores crônicas e agudas no fundo da alma. E, pra falar a verdade, não tive coragem de jogar aquela caixa fora de jeito nenhum. É uma caixa enorme, onde eu guardo todos os papeis de bombom que você me deu, os bilhetinhos da aula e o LP do ABBA. Isso eu nunca contei pra você.

Mesmo que você esteja indo embora amanhã, pro outro lado da Inglaterra, e que tudo não tenha passado de uma ilusão, me sinto meio feliz por sofrer agora, já que, pelo menos, eu vivi. Eu amei. E eu ainda amo, e vou amar pra sempre. Não sei se a vida quis assim, mas talvez tenha sido melhor. A gente vai tentando viver de novo aos poucos, passo por passo. E, mesmo que a gente nunca mais se veja de novo, eu vou sempre me lembrar de você, de como você me mostrou o amor e a amizade.

Acho mesmo é que você nunca vai encontrar esta carta. Talvez eu nunca a mande. Não quero te confundir, nem interferir na sua escolha. Preciso me conformar, embora não queira e saiba que não conseguirei.

A vida disse que acabou. Eu digo que não. Amores nunca acabam, são interrompidos. Basta você me dizer que sim, pela primeira vez. Enquanto isso, continuo seguindo minha vida. E você segue comigo, em tudo o que eu faço, em tudo o que eu vivo, e em toda a força que eu tenho de te amar pra sempre. Apesar de tudo, você vai ser sempre o melhor amigo que eu já tive. E eu espero que você seja, mesmo, muito, muito feliz nessa tua nova vida.

Sempre tua,


Janis."

Achei essa carta no fundo da gaveta. Me matei de rir! Quanta ilusão a gente tem quando temos quatorze anos! Mas que bobagem! Ainda bem que eu nunca enviei esta carta, imaginem só!














E não é que, no fim, eu acabei casando com ele?!

Ouvindo: I will be - Avril Lavigne

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Parabéns, né? (Y)

Em primeiro lugar, andei sumida, né? Tá, eu sei, mas é que eu viajei, fui pra casa e tava sem net e com um namorado fofíssimo a tiracolo, portanto, nem deu tempo de escrever aqui! Perdi duas pautas do TDB, só espero que minha chefinha não fique triste! Mas não se preocupem, amanhã posto algo mais útil aqui!

Bão, Sebastião, vamos ao meme, indicado pela Victória. Ó a foto sem-noção que me caiu!! Hauhauha essa foto foi tirada no pensionato em que eu moro, no níver da Miki e da Laris, ano passado. Detalhe: a festa foi muito zoada, e compraram máscaras do RBD e da Hello Kitty pra todo mundo! Nem preciso falar o quanto foi divertido, sem contar que o bolo tava uma delícia!


Regras:

• Vá à pasta de fotos do seu computador
• Vá à sexta pasta de fotos do seu computador
• Coloque essa foto no blog e escreva alguma coisa sobre ela
• Convide 6 amigo(as)s para participarem e fazerem o mesmo

Indico o meme aos 6 primeiros comentários. Cansei de indicar meme pra ninguém pegar! ¬¬

Fui, galere! ^^